SÃO JOSÉ DE MACAPÁ OLHAI POR NÓS, MAS, QUEM OLHA POR VÓS? A “Pedra do Guindaste/Monumento São José” vai Desmoronar novamente com os Processos Erosivos Flúvio-Marinhos, Rio Amazonas-Macapá-Amapá.

Valter Gama de Avelar[1]

[1] Geólogo. Professor/Pesquisador do Curso de Licenciatura e Bacharelado em Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia/PPGEO/DFCH/UNIFAP; Coordenador do Grupo de Pesquisa GEOdiversidade do Amapá/GPGEO; Coordenador do Grupo de Pesquisa Áreas de Riscos naturais e Prevenção/GPARNP; valtergamaavelar@gmail.com

RESUMO:

Este artigo integra as ações do Grupo de Pesquisa GEOdiversidade do Amapá/GPGEO/CNPq/PPGEO/UNIFAP como estratégia de difusão e divulgação científica da GEOdiversidade do estado do Amapá. Aborda aspectos históricos e culturais da cidade de Macapá-estado do Amapá, e principalmente a atuação dos processos costeiros na costa macapaense, particularmente, em um afloramento rochoso sedimentar da Formação Barreiras em cima do qual encontra-se erguido o Monumento São José de Macapá. A base do monumento encontra-se em avançado estágio de erosão e se nada for feito para reparar a estrutura de sustentação/pilar em concreto a estátua de São José tenderá a cair no rio Amazonas.

Palavras-Chave: Processos Costeiros; Erosão Flúvio-Marinha; Monumento São José de Macapá; Pedra do Guindaste

ABSTRACT:

This article integrates the actions of the GEOdiversity Research Group of Amapá / GPGEO / CNPq / PPGEO / UNIFAP as a strategy for the dissemination and scientific dissemination of GEOdiversity of the state of Amapá. It addresses historical and cultural aspects of the city of Macapá-Amapa state, and especially the action of coastal processes on the Macapa coast, particularly in a sedimentary rocky outcrop of the Barreiras Formation on which the São José de Macapá Monument is erected. The base of the monument is in an advanced stage of erosion and if nothing is done to repair the support structure / concrete pillar the statue of São Jose will tend to fall into the Amazon River.

Keywords: Coastal Processes; Marine Fluvial Erosion;; São José de Macapá Monument; “Pedra do Guindaste”

INTRODUÇÃO

Este artigo integra as ações do Grupo de Pesquisa GEOdiversidade do Amapá/GPGEO/CNPq/PPGEO/UNIFAP como estratégia de difusão e divulgação científica da GEOdiversidade do Estado do Amapá. Foi concebido a partir da observação in loco, realizada no mês de dezembro de 2019, onde verificou-se o avançado estado de desgaste da base da estrutura em pilar de concreto cilíndrico (6,0 metros de altura) que sustenta a escultura de São José, de cerca de 3,0 metros de altura. Desta forma, pretende-se dar visibilidade aos amapaenses, autoridades competentes e turistas em geral da real situação em que se encontra este monumento, que tem valor cultural, turístico e religioso inestimável para todos, frente aos efeitos da ação erosiva flúvio-marinha.

A Figura 1 ilustra o afloramento rochoso natural na década de 1950, antes da construção do primeiro monumento a São José de Macapá. Observa-se uma base de aproximados 10,5 metros de largura, com coluna central medindo 6 metros de altura (em relação ao leito do rio Amazonas) por 3,5 metros de largura. Ressalta-se que naquela época, este afloramento era utilizado como alvo para exercícios de tiros, pelos soldados da guarda da Fortaleza de São José de Macapá (LÁZARO, 2012).

Figura 1 – Afloramento rochoso natural na década de 1950, antes da construção do monumento a São José de Macapá. Fonte: Tavares (2019)

O monumento erguido em homenagem ao padroeiro de Macapá, o “glorioso São José de Macapá”, patrono das famílias amapaenses, encontra-se localizado em pleno leito do rio Amazonas (rioMARzonas, O GRANDIOSO), bem ao lado do Trapiche Eliezer Levy. Como já dito, em sua base consta um afloramento rochoso sedimentar pertencente a Formação Barreiras (Terciário), em cima do qual foi erguido uma estátua de São José. A Figura 2 ilustra uma imagem panorâmica do Trapiche Eliezer Levy, antigo atracadouro de embarcações (como visto na imagem) e do afloramento rochoso natural, na década de 1940, onde mais tarde seria erguido o monumento a São José de Macapá.

Figura 2 – Imagem panorâmica da orla beira-rio na cidade de Macapá-AP, na década de 1940, com destaque ao Trapiche Eliezer Levy (em madeira) e ao afloramento rochoso natural. Notar que naquela época, ainda não havia sido erguido a estátua de São José de Macapá. Fonte: modificado de Lázaro (2017).

Originalmente a escultura de São José de Macapá (3,0 metros de altura) foi erguida na coluna rochosa (Figura 1), com uma base que não ultrapassava 1,0 metro de altura. A Figura 3 ilustra bem este momento da história daquele monumento.

Figura 3 – Imagem de São José de Macapá no afloramento rochoso natural sedimentar pertencente a Formação Barreiras (Terciário). Em A) aspecto geral e em B) detalhe do afloramento. Fonte das Imagens: A) Barbosa (2016) e B) Lázaro (2012)

Segundo Lázaro (2012), quem esculpiu a estátua de São José foi o escultor e arquiteto Antônio Ferreira da Costa, que também foi o escultor dos Leões do Antigo Fórum de Macapá; o busto de Tiradentes, no Quartel general da Polícia Militar do estado do Amapá, em Macapá, bem como a estátua em homenagem ao comandante Veiga Cabral (ver CANTO, 2019), o Cabralzinho, na praça Veiga Cabral, em Macapá (Figura 4).

Figura 4 – Estátua em Homenagem ao Comandante Francisco Xavier da Veiga Cabral, o Cabralzinho, “Herói do Amapá”, pelo seu ato de defender a Pátria dos invasores inimigos (CANTO, 2019). Fonte: Canto (2029)

No ano de 1973, na noite do dia 23 de setembro, ocorreu a colisão da embarcação nominada Domingos Assmar, que fazia a linha fluvial Macapá/Belém/Macapá, contra a “pedra do guindaste”. Este sinistro levou a quebra do afloramento, arremessando nas águas agitadas do rio Amazonas a estátua do padroeiro de Macapá (LÁZARO, 2017).

A partir de então, o proprietário da embarcação de nome Antônio Assmar, assumiu o ônus da reparação do monumento. Foi neste momento que foi pensado a construção do pilar de concreto para substituir a “Pedra do Guindaste”. A restauração da imagem de São José coube ao próprio escultor Antônio Pereira da Costa, enquanto que para a construção da pilastra foi contratada a empresa de engenharia nominada Platon Engenharia e Comércio, de propriedade de Clarck Charles Platon.

Desta forma, uma nova estrutura ou pilar em concreto de cerca de 6 (seis) metros foi construída para assentamento da estátua de São José (3,0 metros), tal qual conhecemos até hoje. A Figura 5 ilustra o monumento com a imagem de São José, acima do pilar cilíndrico em concreto, no afloramento rochoso sedimentar da Formação Barreiras.

Figura 5 – Monumento a São José de Macapá-Pedra do Guindaste, com estrutura cilíndrica em concreto em meio a afloramento de rochas sedimentares da Formação Barreiras (base). No canto inferior esquerdo Trapiche Eliezer Levy e ao fundo rioMARzonas. Fonte: Barbosa (2012)

A Figura 6 ilustra aspectos da estrutura em concreto mais recentemente e compara aquelas rochas com as da Falésia de Macapá, na Fortaleza de São José de Macapá, mostrando a semelhança que há entre estas rochas, uma vez que constituem a mesma unidade rochosa da Formação Barreiras.

Figura 6 – Aspecto geral da estrutura em concreto, armado sobre as rochas da Formação Barreiras (fotografias A e B) e tipo de material rochoso presente (C e D), o mesmo encontrado na Falésia de Macapá. Fotos: Valter Avelar (A e B, 11/12/2019; C e D, out. 2018)

A Figura 7 ilustra também uma imagem do monumento de São José de Macapá em maré baixa, onde é possível observar o leito espraiado do rio Amazonas, bem como a marca máxima alcançada pela água durante a maré alta, no pilar de concreto.

Figura 7 – Foto panorâmica do monumento a São José de Macapá, durante maré baixa, mostrando o leito espraiado do rio Amazonas. A seta indica a marca alcançada pela água durante maré alta e ao fundo o Grandioso rioMARzonas. Foto: Floriano Lima

MONUMENTO A SÃO JOSÉ DE MACAPÁ OU “PEDRA DO GUINDASTE” E SUAS LENDAS

Quanto ao nome “Pedra do Guindaste”, que antecede aquele que conhecemos como Monumento a São José de Macapá, convêm esclarecer do porquê de também se chamar assim. De acordo com o explicado em Lázaro (2017): ”Segundo o Dr. Otávio Meira, na maré alta, os barcos com menor calado podiam entrar no Igarapé do Igapó ou Bacaba, mas o mesmo não acontecia com os navios, que fundeavam e ficavam ao sabor das ondas. Tornava-se mais prático aguardar a maré baixa, que deixava inteiramente à mostra o afloramento rochoso. Em algumas oportunidades, quando a maré se encontrava alta e as águas do Amazonas mais calmas, usava-se uma embarcação, tipo barcaça, para receber as cargas dos navios. Neste caso, elas permaneciam fundeadas próximo à pedra, sobre a qual, uma estaca tipo bate-estacas, equipada com moitão/roldana e corda fazia um papel de guindaste, daí o nome atribuído a formação rochosa, Pedra do Guindaste”.

Reportagem realizada por Barbosa (2016) e publicada no Diário do Amapá (2016) e contada também em Tavares (2019), apontou que “a Pedra do Guindaste” é conhecida por suas lendas que fazem parte da rica cultura do “caboclo amapaense”. Uma delas é contada pelos moradores da antiga rua da Praia e Igarapé das mulheres, hoje bairro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Afirmam “existir na pedra uma cobra grande, com dimensões ainda não calculadas e na maré de reponta, ou seja, quando a água do rio não está na cheia e nem na vazante sai dali para tomar água, de maneira que a água nunca conseguiu cobrir a pedra. Se porventura, alguma autoridade tiver a infelicidade de mandar retirar a pedra do rio, a água do Amazonas subirá tanto, que Macapá toda irá para o fundo”.

Segundo Barbosa (2016) outra versão da lenda é que “havia na tribo dos Tucujús (primeiro povo habitante dessa terra das Macapabas, grifo meu) uma índia muito bonita, apaixonada por um índio que todas as manhãs saía pela praia em busca de alimento. Quando ele saía, a namorada acompanhava-o até a praia e lá ficavam o dia todo, até o sol pousar na lagoa dos índios, quando o índio voltava, levava-a para a maloca. Isso acontecia todos os dias e começou logo a ser observado pela tribo. Num certo dia, de manhã cedo, como acontecia sempre, o índio desceu o rio pela praia e sua amada ficou à espera no local de sempre, mas aconteceu que ele não voltou.A noite chegou, diz a lenda, e a índia desesperada ainda o esperava em vão. Acocorou-se e chorou a noite toda, dias e dias, e lá morreu. No lugar de suas lágrimas nasceu a pedra com formato de corpo de mulher, que mais tarde, muitos anos depois passou a ser conhecida como Pedra do Guindaste”.

PROCESSOS EROSIVOS FLÚVIO-MARINHOS NA BASE DE SUSTENTAÇÃO DO MONUMENTO SÃO JOSÉ DE MACAPÁ

No ambiente costeiro prevalece a interação entre processos erosivos e deposicionais. Estes processos estão relacionados as fornçantes marinhas, como: ação de correntes de maré, ação de ondas e correntes litorâneas, além de ações antrópicas que provocam modificações significativas nas paisagens naturais. Para maiores detalhes consultar Rosseti (2008).

A Zona Costeira de Macapá-AP está sobre a influência flúvio-marinha (rio Amazonas e oceano atlântico), logo os efeitos dos processos costeiros (erosão flúvio-marinha) são também identificados. Trata-se de processos erosivos (remoção/desgaste de partículas) provocados pela ação das ondas, das correntes marítimas, das marés e das correntes de turbidez (Abrasão/Impacto Hidráulico). Seu trabalho é reforçado pela presença de areia e silte em suspensão (BRANCO, 2014).

As cidades de Olinda-PE, Salinas-PA; Ajuruteua-Bragança-PA; Mosqueiro-PA; Porto Seguro-BA e ao longo da costa brasileira, incluindo o litoral norte do Amapá, são locais em que a erosão marinha tem agido de modo preocupante, com o mar avançando sobre as cidades e/ou continentes (BRANCO, CPRM, 2014). A Figura 8 ilustra a força do impacto de ondas contra o muro de arrimo na Ilha de Mosqueiro, na Praia do Paraíso, em Belém do Pará.

Figura 8 – Impacto hidráulico de ondas contra o muro de arrimo, na Praia do Paraíso-Ilha de Mosqueiro, Belém-PA, durante uma maré cheia, resultando na destruição do muro de “proteção” e respectiva margem. Fontes: imagens disponíveis no google.

Consoante ao Monumento de São José de Macapá vem ocorrendo um problema sério na base de sustentação (pilar em concreto) do mesmo. A força das ondas das marés que impactam aquelas rochas tem provocado erosões na base do monumento, como ilustra a Figura 9. Com o continuar deste processo erosivo a cada maré (duas vezes na cheia e duas vezes na seca durante 24 horas/dia), certamente o monumento, mais dia menos dia, tenderá a ruir diante da força da natureza.Como pode-se observar a base do pilar em concreto já se encontra com estrutura bastante danificada pela erosão, estando inclusive expostas. Com o passar dos dias e dos anos a tendência é que esta estrutura cada vez mais venha a se deteriorar/desgastar. O efeito extremo disso será a derrubada da estrutura e, por conseguinte, da estátua de São José de Macapá.

Figura 9 – Processos erosivos na base do pilar de sustentação do Monumento a São José de Macapá. Com efeito, a continuidade dos processos levará ao desmoronamento e consequente queda da estátua de São José. Fonte: Valter Avelar (11/12/2019)

Isto pode ser melhor dimensionado quando comparada a força de erosão e seus efeitos na frente da Falésia de Macapá, no leito do rio Amazonas, logo atrás do Monumento Fortaleza de São José de Macapá, como ilustrado na Figura 10. Os blocos rochosos no leito do rio são resultados dos desmoronamentos (por ação da gravidade) de rochas pendentes pela erosão na base do afloramento.

Figura 10 – Efeito dos processos erosivos por impacto hidráulico de ondas na base da Falésia de Macapá, no leito do Rio Amazonas, com destaque para a linha de erosão na base do afloramento rochoso (em vermelho), altura máxima atingida pela água de maré alta (linha em azul) e os blocos desmoronados por ação da gravidade. Fotos: Valter Avelar (26/10/2015)

A considerar que desde a colisão da embarcação (1973) que derrubou a antiga estrutura que comportava a estátua de São José decorreram 46 anos, o processo de erosão na base do pilar de sustentação hoje observado passa por processos acelerados de erosão, haja vista que aquela estrutura certamente estava bem mais profunda e protegida pelas rochas do afloramento rochoso da Formação Barreiras.

A força implacável da natureza se faz sentir por toda a orla da cidade de Macapá, mostrando a efetividade dos processos erosivos costeiros nesta porção de costa amapaense e amazônica setentrional.

CONSIDERAÇÕES

As dinâmicas dos processos costeiros erosivos (maré, correntes marinhas e fluviais, ondas) são amplamente sentidas na costa macapaense e seus efeitos são reproduzidos na orla beira-rio (Falésia de Macapá, muro de arrimo), mas também na base do monumento São José de Macapá, como foi evidenciado neste trabalho.

Não vai ser preciso outra embarcação colidir com o monumento de São José de Macapá para derrubá-lo novamente. Desta feita, a natureza se encarregará disso, se nada for feito pelos órgãos competentes para reparar os efeitos dos processos erosivos (ondas e correntes de marés) na base do pilar de sustentação,

Ainda, se nada for feito, daqui a pouco, tudo ruirá e o monumento desaparecerá. Como na lenda desapareceu o índio, aqui no caso, São José não mais voltará…será que teremos enchente em Macapá? Do jeito que caminha a humanidade insensível as questões globais, já falta bem pouco para isso acontecer, pois com o aquecimento global este fim será inevitável. A subida do nível do mar levará Macapá e outras cidades costeiras à submersão. Estaria a queda da estátua associada a este evento global?Só para reforço, falta bem pouco para ambos acontecerem: queda da estátua de São José de Macapá e subida do nível do mar (subida eustática) e consequente submersão de Macapá. Olha aí a lenda querendo se tornar fato. Assim, conclamo a toda a sociedade amapaense, cidadãos macapaenses, aos órgãos gestores, prefeito, governador, ALEPA, a Câmara dos Vereadores de Macapá, ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo/CAU, ao CREA, à Igreja Católica, à UNIFAP e UEAP ao IPHAN; entidades de classes e líderes comunitários, órgãos de imprensa, enfim, todos aqueles devotos ou não e que primam pela valorização histórica e cultural da cidade a buscar uma solução imediata para o problema aqui apresentado, do contrário, São José irá cair novamente.

REFERÊNCIAS

BARBOSA, Cleber. PEDRA DO GUINDASTE: Um símbolo da capital dos amapaenses. Cleber Barbosa, editor de Turismo. Publicado em 15/10/2016 (19:59 horas). Disponível em https://www.diariodoamapa.com.br/cadernos/turismo/pedra-do-guindaste/. Acesso em dez 2019.

BRANCO, Pércio de Moraes. O Intemperismo e a Erosão. Serviço Geológico do Brasil-CPRM. 2014. Disponível em:http://www.cprm.gov.br/publique/Redes-Institucionais/Rede-de-Bibliotecas—Rede-Ametista/Canal-Escola/O-Intemperismo-e-a-Erosao-1313.html. Acessado em set.2019

CANTO, Fernando. Cabralzinho, o Herói Desconhecido – Por de Fernando Canto (excelente relato sobre a nossa história). Publicado em 15/05/2019. Disponível em: https://www.blogderocha.com.br/cabralzinho-o-heroi-desconhecido-por-de-fernando-canto-excelente-relato-sobre-a-nossa-historia/ . Acesso em 11/12/2019.

LÁZARO, João. A Lendária Pedra do Guindaste. Publicado em 09/05/2012. Disponível em: https://porta-retrato-ap.blogspot.com/2010/05/lendaria-pedra-do-guindaste.html?showComment=1576182607045#c3652965713025988935. Acesso em 11/12/2019.

LÁZARO, João. MEMÓRIA DA CIDADE: Por quê “Pedra do Guindaste”. Publicado em 03/12/2017. Disponível em: https://porta-retrato-ap.blogspot.com/2017/12/memoria-da-cidade-por-que-pedra-do.html. Acesso em 11/12/2019.

ROSSETI, Dirce Fátima. Ambientes Costeiros In: Geomorfologia: conceitos e tecnologias atuais / Teresa Gallotti Florenzano (org.), São Paulo, Oficina de Textos, p. 247-283, 2008.

TAVARES, Elton. A história e lendas da Pedra do Guindaste (em frente de Macapá). AmapáHistóriaMacapá. Blog De Rocha. Publicado em: 22 de agosto de 2019. Disponível em: https://www.blogderocha.com.br/a-historia-e-lendas-da-pedra-do-guindaste-em-frente-de-macapa/. Acesso em dez. 2019.

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