EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA ALUNOS DO 5° ANO DA EMEB PADRE FÚLVIO GIULLIANO, SANTANA AP: Uso de Horta Orgânica Vertical de Garrafa PET.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA ALUNOS DO 5° ANO DA EMEB PADRE FÚLVIO GIULLIANO, SANTANA AP: Uso de Horta Orgânica Vertical de Garrafa PET.

ENVIRONMENTAL EDUCATION FOR STUDENTS OF THE 5th YEAR OF EMEB PADRE FÚLVIO GIULLIANO, SANTANA AP: Use of Vegetable Garden Vertical PET Bottle

Valter Gama de Avelar¹; Leiliane Gama Pereira²; Luara da Costa Gouveia3


¹Professor/Pesquisador associado III do Curso de Graduação e Pós-Graduação em GEOgrafia da UNIFAP. Coordenado do Grupo de Pesquisa GEOdiversidade do Amapá/GPGEO, sub-gruo Projeto Série GEOambiental/PSGEO. email: valtergamaavelar@gmail.com

²Graduanda em Licenciatura Plena em Geografia pela Universidade Federal do Amapá-UNIFAP. E-mail: leiliane.gama.10@hotmail.com

³ Graduanda em Licenciatura Plena em Geografia pela Universidade Federal do Amapá-UNIFAP. E-mail: luaragouveia.ap@gmail.com

Resumo

Esta pesquisa resulta de um trabalho monográfico realizado na Escola Municipal de Ensino Básico (EMEB) Padre Fúlvio Giulliano, situado no município de Santana, estado do Amapá, com intuito de verificar se a teoria e prática de Educação Ambiental estão sendo desenvolvidos na escola, procurou-se identificar se há ou não metodologia de abordagem de conteúdos de EA pelos professores, nas diferentes disciplinas do Ensino Fundamental I, realizou-se a implementação do Projeto Horta Orgânica Vertical (HOV) de Garrafa PET como instrumento de EA para os alunos de 5° ano, houve também a produção de uma Cartilha Explicativa Digital sobre o uso e aplicação da HOV de Garrafa PET. Os resultados obtidos permitiram identificar que a escola não trabalha de forma efetiva a EA, mas sim de forma esporádica através de projetos isolados. A partir do projeto, os alunos puderam adquirir conhecimentos e repensar suas atitudes em relação ao Meio Ambiente, consumo e alimentação saudável.

Palavras-chaves: Educação Ambiental; Horta Orgânica Vertical; Escola Padre Fúlvio Giulliano; Cartilha Explicativa Digital.

Abstract

This research results from a monographic study carried out at the Municipal School of Basic Education (EMEB), Padre Fúlvio Giulliano, located in the municipality of Santana, state of Amapá, in order to verify if the theory and practice of Environmental Education are being developed at school, sought – To identify whether or not there is a methodology for approaching AE contents by teachers, in the different disciplines of Elementary School I, the implementation of the Vertical Organic Vegetable Garden Project (HOV) of PET Bottle as an EA instrument for the students of 5 In the same year, there was also the production of a Digital Explanatory Booklet on the use and application of PET bottle HOV. The results obtained allowed us to identify that the school does not effectively work the EE, but rather sporadically through isolated projects. From the project the students were able to acquire knowledge and rethink their attitudes towards the Environment, consumption and healthy food.

Keywords: Environmental Education; Organic Vegetable Garden; Father Fúlvio Giulliano School; Digital Explanatory Primer.

INTRODUÇÃO

A Educação Ambiental (EA) deve está presente em todo o processo educativo, tanto formal quanto informal. Deve ser trabalhado de forma interdisciplinar e ter início desde os primeiros anos da vida escolar do aluno.

A temática desse estudo é abordar a Educação Ambiental para alunos do 5° ano da Escola Municipal de Ensino Básico (EMEB) Padre Fúlvio Giulliano, Santana, AP: Uso de Horta Orgânica Vertical de Garrafa PET.

O objetivo geral este artigo é compreender se a teoria e a prática da EA estão sendo desenvolvida na EMEB Padre Fúlvio Giulliano. Assim, como objetivo específico I, temos identificar se há ou não metodologia de abordagem dos conteúdos de EA pelos professores, nas diferentes disciplinas do ensino fundamental I. E como objetivo específico II, temos a implementação do Projeto Horta Orgânica Vertical de Garrafa PET (HOV) como instrumento de EA para os alunos e a escola. Como consequência disso, foi produzida uma Cartilha Explicativa Digital sobre o uso e aplicação da HOV de Garrafa PET.

MÉTODOS E TECNICAS DE PESQUISA

O presente trabalho foi concebido através Método Indutivo, como uma estratégia de estudo que investiga a relação entre fenômenos ou fatos (EA) por meio de observação e experimentação (Projeto de EA) para proceder à generalização.  Quanta a natureza da pesquisa, este trabalho é caracterizada como uma pesquisa aplicada. Em relação aos procedimentos, este estudo é caracterizado como uma pesquisa bibliográfica e de campo. Quanto à forma de abordagem, utilizou-se a abordagem quantitativa e qualitativa.

Para identificar se há ou não metodologia de abordagem dos conteúdos de EA pelos professores, nas diferentes disciplinas do ensino fundamental I. Foi feita incialmente uma observação em sala de aula junto aos professores, em seguida foi realizada uma entrevista não estrutura, com objetivo de identificar o tipo de abordagem relacionado relacionada à temática ambiental. Em seguida foi efetuado um questionário com 10 perguntas, com objetivo de entender as concepções dos em relação à EA. 

Foi apresentado e desenvolvido na EMEB Padre Fúlvio Giulliano o projeto ambiental “Horta Orgânica Vertical de Garrafa PET”, sendo realizado com 4 turmas do 5º ano no turno da tarde durante 3 meses. Sendo composta de 5 distintas etapas:

1ª ETAPA: constando da coleta de materiais que foram utilizados para a confecção da horta orgânica vertical. Para isso, foi elaborado um recipiente para que os alunos depositassem as garrafas coletadas em suas casas. Foram utilizadas as garrafas PET de 2 litros.

2ª ETAPA: Consistiu na montagem estrutural da horta. Para tal, foram feitas 4 fileiras de garrafas PET distribuídas verticalmente, e estas fileiras foram sustentadas por ganchos de parede, cada fileira continha 5 garrafas PET, para o plantio e cultivo de cebolinha, coentro, salsa, couve e alface.

3ª ETAPA: consistiu em realizar uma oficina sobre plantio de hortaliças e esclarecer dúvidas sobre germinação, temperatura ideal, irrigação, ambiente ideal e cuidados.

4ª ETAPA: Nesta etapa foram realizados os plantios das hortaliças e os cuidados que seriam necessários para que elas cessem saudáveis.

5ª ETAPA: Realização da colheita das hortaliças pelos alunos. As hortaliças produzidas na Horta Orgânica Vertical de garrafa PET serviram de ingredientes para a merenda escolar.

A EVOLUÇÃO DA SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL

Conforme Passos (2009), a primeira iniciativa para a construção de mecanismos de proteção do Meio Ambiente e para uma conscientização ambiental se deu quando foi publicado o livro Primavera Silenciosa de Rachel Carson em 1962, pois abriu os olhos da sociedade para a necessidade de imposição de legislações mais rígidas e protetivas do meio ambiente.

A partir da Conferência de Estocolmo (1972), o Meio Ambiente passou a fazer parte dos estudos de viabilidade de empreendimentos causadores de poluição ou de degradação ambiental, sendo uma exigência de organismos multilaterais de financiamento, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Mundial (TANNOUS & GARCIA, 2008).

Para Passos (op. cit.), a Conferência de Estocolmo resultou em alguns pontos positivos em relação ao Meio Ambiente. Primeiro, ela propiciou o despertar da consciência das nações sobre a crise ambiental, mas também a consolidação de políticas ambientais que foram adotadas pela maioria dos países, passando a incluir nas suas cartas constitucionais os chamados direitos de proteção do Meio Ambiente.

Em segundo, a criação da Declaração do Meio Ambiente, ao qual incluiu princípios na tentativa de oferecer aos povos do mundo a inspiração e guia para preservar e melhorar o meio ambiente humano.

 Em terceiro, a criação de uma nova instituição no sistema das Nações Unidas, especialmente dedicada ao Meio Ambiente Humano, o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente). Desta forma o PNUMA poderia agir como catalisador e zelar pela implementação do programa de ações voltadas a preservação do Meio Ambiente.

Para Passos (op. cit.), os avanços ocorridos após a Conferência de Estocolmo foram mais de nível nacional, pois institucionalizaram a proteção do Meio Ambiente na maioria dos países por meio de criação de órgãos estatais, agendas e ministérios ligados à questão ambiental, em relação à sociedade civil, cujo debate aumentou após 1972.

Os avanços também se deram em nível diplomático, pois após a conferência foram realizadas mais três conferências (conferências 1976, 1977), com objetivo de criar dinâmicas políticas de domínio até então não contempladas, a conferência de 1976, procurou abranger as questões humanas. A Conferência de 1977, tratou das desertificações e a última também ocorrido em 1977, tratou sobre a questão das águas, porém elas não obtiveram resultados satisfatórios (PASSOS, op. cit.).

Motivado por esse período de mundialização da proteção ambiental, o governo brasileiro implantou em 1973, a Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA), vinculada a Presidência da República. Esta por sua vez, era voltada para o controle da poluição, o uso racional dos recursos naturais e a preservação do estoque genético. Na constituição de 1988 foi criado o artigo 225, que tratava do Meio Ambiente (PASSOS, op. cit.).

Em resposta a Conferência de Estocolmo foi realizada pela UNESCO no final de 1975, em Belgrado, Iugoslávia, o Encontro Internacional de Educação Ambiental, onde foi produzido a Carta de Belgrado. Trata-se de um dos mais importantes documentos produzidos naquela década, que chamava atenção mundial para a necessidade de uma nova ética ambiental (TANNOUS & GARCIA, 2008). É a partir da Carta de Belgrado que é definido que a EA deve ser multidisciplinar, continuada e integrada às diferenças regionais e voltada para os interesses nacionais (TANNOUS & GARCIA, op.cit.).

Em 1977 foi realizada em Tbilisi, na Geórgia a Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental, mais conhecida como Conferência de Tbilisi, organizada pela UNESCO em cooperação com o PNUMA. Esta constitui um marco mais importante da evolução da EA. Foi na Conferência de Tbilisi que ficou definida a função da EA, como o de criar uma consciência e compreensão dos problemas ambientais, assim como estimular a formação de comportamentos positivos (TANNOUS & GARCIA, op.cit.).

Em agosto de 1987, ocorreu a Conferência de Moscou (antiga União Soviética), onde reuniu trezentos educadores ambientais de cem países, com objetivo de fazer uma avaliação do desenvolvimento da EA desde a Conferência de Tbilisi (BEZERRA, 20-?).

No ano de 1992 foi realizada no Rio de Janeiro, no Brasil a Conferência do Rio-92. Conforme Feldmann (1997), a Rio-92, teve como objetivo avaliar como os países haviam promovido à proteção ambiental desde a Conferência de Estocolmo de 1972.

Em 1997, durante a Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas realizada na cidade japonesa de Kyoto, foi criado o Protocolo de Kyoto, onde 160 países foram consignatórios. Esta serviu como complemento da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento ou Rio-92 (VIDIGAL, 20-?).

Conforme o Ministério do Meio Ambiente, o Protocolo de Kyoto foi um acordo complementar a Convenção- Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, nesse acordo ficou estabelecido metas de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa para os países desenvolvidos responsáveis diretos pela mudança do clima. Mas apesar de ter sido criado em 1997 o protocolo só entrou vigor em 2005, tinha como objetivo a redução de 5,2 de emissões de gases poluidores entre os anos de 2008 e 2012. No ano de 2015 completou 10 anos que entrou em vigor, mas os resultados divulgados não foram os esperados, devido ter havido um aumento ao invés de uma redução dos gases poluentes, porém o protocolo tem metas estabelecidas até o ano de 2020.

Foi realizada no final de agosto e inicio de setembro, no ano 2002, em Johannesburgo, na África do Sul, a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável- Rio+10, foi uma tentativa da ONU de reavaliar e implementar as conclusões e diretrizes obtidas na Rio-92, principalmente em avançar na discursões e obter metas mais ambiciosas, especificas para os problemas ambientais de ordem global, como mudanças climáticas, crescimento da pobreza e de seus efeitos sobre os recursos ambientais, ao avanço de doenças como a AIDS, escassez de recursos hídricos e de condições sanitárias mínimas em algumas áreas do planeta e outras (PEREIRA JUNIOR, 2002).

CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

De acordo com Leite (2012), existem três tipos de concepções de EA, a naturalista, a sócio- instrumental e a contra- hegemônica. Para este autor a Concepção Naturalista é aquela em que compreende o meio ambiente apenas como ambiente físico, e diz respeito somente à natureza, não levando em consideração a relação com o social, não questiona o caráter degradante da economia de mercado sobre o meio ambiente, sua abordagem é a partir de um único campo disciplinar, no caso, a biologia, não faz interação com outros campos científicos.

Ainda segundo Leite (op. cit.) a Concepção Sócio-Instrumental se diferencia da naturalista, pois reconhece a dimensão social nas discussões sobre a questão ambiental. No entanto, ela não a concebe como interação, havendo uma justaposição entre o natural e o social, ou seja, esta concepção reconhece os efeitos devastadores da economia de mercado sobre o meio ambiente, entretanto as iniciativas em defesa do meio ambiente são pensadas dentro dos marcos da economia, recorrendo para a ideia de desenvolvimento sustentável, daí a razão dela ser chamada de Sócio-instrumental, sócio, porque assimila a dimensão social e instrumental, porque tem como propósito básico de instrumentalizar a ação educativa, com objetivo de obscurecer as verdadeiras causas da crise ambiental.

 Para este mesmo autor a Concepção Contra hegemônica é uma concepção que vai contra as abordagens hegemônicas dominantes, compreende o natural e social de maneira interpenetrado, formando uma só realidade, não havendo, portanto, justaposição. Esta concepção propõem novas lógicas econômicas, como a economia solidaria e autogestão, superando a mera prescrição de ações educacionais e assumindo uma postura analítico-reflexiva e ética-política.

 De acordo com o autor a concepção naturalista não faz nenhuma consideração à economia de mercado. Já a concepção sócio-instrumental defende severamente a economia de mercado, as propostas para enfrentar a crise ambiental não devem romper com a estrutura do sistema, por isso motivo que criaram o desenvolvimento sustentável.

 A concepção contra hegemônica aponta que as causas da crise ambiental são sistêmicas, ou seja, os problemas ambientais decorrem do caráter estrutural da economia capitalista, daí a razão de pensar em novas lógicas menos impactantes.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL SEGUNDO OS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS (PCN)

Conforme a orientação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, a EA e os outros temas transversais, devem ser trabalhados de forma interdisciplinar, como afirma Narcizo (2009, P.88) que:

“Dentre várias formas possíveis de se trabalhar a Educação Ambiental, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) afirmam ser a interdisciplinaridade essencial ao desenvolvimento de temas ligados ao Meio Ambiente, sendo necessário desfragmentar os conteúdos e reunir as informações dentro de um mesmo contexto, nas várias disciplinas. Um dos modos de se trabalhar a interdisciplinaridade são os projetos de EA, que podem e devem ser desenvolvidos nas escolas a fim de fomentar a criatividade e o raciocínio dos alunos, através de atividades dinâmicas e participativas, unindo teoria à prática”.

De acordo com os PCN (1997),

“A Educação Ambiental tem como principal função contribuir para a formação de cidadãos conscientes, aptos para decidirem e atuarem na realidade socioambiental de um modo comprometido com a vida, com o bem-estar de cada um e da sociedade, local e global. Sendo necessário que a escola se proponha a trabalhar com atitudes, com formação de valores, com o ensino e a aprendizagem de habilidades e procedimentos”.           

Segundo PCN (1997), afirmam que é na prática do dia-a-dia na escola que comportamentos ambientalmente corretos serão aprendidos, como por exemplos os gestos de solidariedades, hábitos de higiene pessoal e dos diversos ambientes, participação em pequenas negociações.

A família tem um papel importante na formação social e ambiental da criança, pois tudo que é produzido referente às questões nesse âmbito familiar será reproduzido por esse cidadão na sociedade. A escola precisa incluir esses conhecimentos nos trabalhos escolares , fazendo uma ligação desses dois universos, assim o aluno se sentirá um elemento importante nesse processo ambiental (PCN, op.cit.).

Outro fator também importante na construção da formação sócio ambiental da criança, diz respeito as mídias sociais, devido ter um poder muito grande de influência sobre as crianças e as famílias, na maioria das vezes a mídia acaba abordando de forma superficial e até equivocada as questões ambientais. Sendo necessário que a escola junto com os professores trabalhe formas que desenvolva uma postura critica desse aluno desde seus primeiros anos da vida escolar (PCN, op.cit.).

É fundamental que os educadores possibilitem aos alunos o reconhecimento de fatores que produzam bem-estar ao conjunto da população; ajudá-lo a desenvolver um espírito de críticas às induções ao consumismo e o senso de responsabilidade e solidariedade no uso dos bens comuns e recursos naturais, de maneira que respeite o ambiente e as pessoas de sua comunidade (PCN, op. cit.).

A seleção dos conteúdos foi realizada com a preocupação de levantar questões amplas e de possibilitar a valorização e atenção às especificidades regionais. A cultura, a história e os costumes irão determinar diferenças no trabalho com o tema Meio Ambiente em cada escola (PCN, 1997). A partir daí foram selecionados os conteúdos descritos no Quadro1……

Plantio das hortaliças pelos alunos do 5° ano da EMEB Padre Fúlvio Giulliano. Em (A) alunos preenchendo as garrafas PET com adubo orgânico, produzido pela técnica de compostagem. Em (B) alunos plantando as mudas de plantas. Em (C) horta orgânica vertical de garrafa PET instalada na parede da escola. Finalmente, em (D) horta orgânica vertical de garrafa PET depois de 30 dias após o plantio.
Plantio das hortaliças pelos alunos do 5° ano da EMEB Padre Fúlvio Giulliano. Em (A) alunos preenchendo as garrafas PET com adubo orgânico, feito com técnica de compostagem. Em (B) Garrafas preenchidas com adubo orgânico, semeadas e com mudas plantadas. Em (C) HOV de Garrafa PET instalada na parede da escola. Em (D) HOV de Garrafa PET após 30 dias do plantio.
Alunos da EMEB Padre Fúlvio Giulliano colhendo as hortaliças da HOV de Garrafa PET. Em (A) aluna colhendo salsa. Em (B) aluna colhendo alface.
Evolução das hortaliças no período de 15 em15 dias. Em (A) a couve com 15 dias de plantada. Em (B) cebolinha com 30 dias de plantada. Em (C) coentro com 45 dias de plantada. Em (D) salsa com 60 dias de plantada. Em (E) alface com 75 dias de plantada. Em (F) couve com 90 dias de plantada.
Hortaliças colhidas da HOV de Garrafa PET. Em (A) hortaliças sendo levada a cozinha da EMEB Padre Fúlvio Giulliano para servi de ingredientes na merenda escolar. Em (B) hortaliças usadas no preparo do feijão, arroz e salada. Em (C) salada feita com alface colhida da HOV de Garrafa PET.
CARTILHA EXPLICATIVA DIGITAL SOBRE A PRODUÇÃO DE HORTA ORGÂNICA VERTICAL DE GARRAFA PET.

Continua….para ler artigo completo…aguardar publicação em revista especializada em breve…

Como citar a Referência desta publicação:
AVELAR, Valter Gama de; PEREIRA, Leiliane Gama; GOUVEIA, Luara da Costa. EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA ALUNOS DO 5° ANO DA EMEB PADRE FÚLVIO GIULLIANO, SANTANA AP: Uso de Horta Orgânica Vertical de Garrafa PET. Orient. Dr. Valter Gama de Avelar (Coord. Grupo de Pesquisa GEOdiversidade do Amapá/GPGEO/UNIFAP). Disponíve em: https://valteravelar4geos.com/2019/03/31/https-wordpress-com-block-editor-post-valteravelar4geos-com-167/

Categorias Educação, educação ambiental, geociências, Sem categoria, SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTALTags , , , , , , ,

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